<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[bloguedobebe.com] paula : <![CDATA[Cantinho dos Bébés]]></title>		<link>http://paula.bloguedobebe.com</link>		<description><![CDATA[Cantinho dos Bébés]]></description>		<language>pt</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 11:20:42 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[Manual vai ensinar a adoptar crianças]]></title>			<description><![CDATA[<div>Guia para contrariar tendência para o bebé
ideal</div>
<h3><span>00h30m</span></h3>
<div class="Author">ALEXANDRA MARQUES</div>
<p id="NewsSummary">Até ao final de 2008, vai ser
lançado um Manual de Formação para Candidatos
a adoptantes de crianças e jovens. De poucos meses, brancos,
saudáveis e do sexo feminino. O "bebé ideal" impede
mais adopções.</p>
<div>
<p>Os organismos e serviços que funcionam na área da
adopção em Portugal decidiram elaborar um guia de
formação, tanto para os que pretendem ser pais
adoptivos, como para os que já o são.</p>
<p>O manual - que está a ser elaborado por um grupo de
trabalho multidisciplinar - deverá estar pronto até
Dezembro e será validado por entidades independentes de
vários pontos do país.</p>
<p>O documento do Instituto da Segurança Social (ISS) - a
que o JN teve acesso - realça que além da
Convenção de Haia recomendar que haja
formação ao longo de todo o processo, inclusive
após a criança ou o jovem ter sido entregue à
família -, os serviços também diagnosticaram
"a necessidade de formação no âmbito da
adopção nacional".</p>
<p>O manual pretende contribuir para a alteração dos
pedidos que até agora têm dominado: criança
até três anos, sem problemas graves de saúde ou
deficiência, e de raça causcasiana.</p>
<p>"A esmagadora maioria dos candidatos à
adopção são casais com história de
infertilidade", muitos dos quais se submeteram a técnicas de
fertilização, tendo optado pela adopção
ao mesmo tempo ou depois de desistirem dos métodos
facultados pela procriação medicamente assistida.</p>
<p>Estes casais pretendem, por isso, "a criança que
não puderam gerar pela via natural, ou seja a criança
de tenra idade" e a sua motivação principal prende-se
com "o desejo legítimo à realização da
parentalidade".</p>
<p>O perfil destes candidatos faz com que, dos 2363 inscritos
até ao final de Junho, 2305 queiram adoptar crianças
até aos três anos. Destes, 1261 aceitam receber
até aos seis anos, mas 1044 só deseja que lhe
entreguem um bebé até aos 36 meses de idade.</p>
<p>Também na escolha da cor da pele é
verificável a preferência dos pais adoptantes:
só 342 dos candidatos aceitam adoptar uma criança que
não seja branca.</p>
<p>Nas deficiências, os candidatos são ainda mais
irredutíveis: só 88 estão dispostos a acolher
e cuidar de uma criança menos saudável.</p>
<p>Embora 153 dos inscritos não se importem de ficar a cargo
com um menor que tenha problemas ligeiros de saúde como, por
exemplo, asma, bronquite ou qualquer tipo de alergia.</p>
<p>"Apenas um grupo menor de candidatos" não se importa de
ter "uma criança de idade mais avançada, portadora de
doença ou de raça diferente da sua" e que tenha
irmãos também em situação de
adoptabilidade.</p>
<p>O relatório refere igualmente que "através de
acções de
informação/formação" a médio
prazo talvez seja possível "ajudar os candidatos a
descentrar-se da criança bebé que não puderam
ter" e a querer, simplesmente, um filho sem indicar requisitos
especiais.</p>
<p>Quase 1200 crianças estão já em processo de
adoptabilidade. É o que indicam as listas nacionais de
adopção no final de Junho.</p>
<p>Destas 1190, a maioria (1065) já se encontrava inserida
nas novas famílias: 452 com a adopção
já decretada pelo tribunal e 613 em fase de
pré-adopção (nos seis meses que distam entre a
entrega da criança e a declaração do
juíz) e 125 estavam em vias de integração.</p>
<p>O relatório mostra ainda que , embora maioria dos
candidatos a adoptantes (1555) não tenha assinalado
preferência de género, as meninas são
três vezes mais desejadas. Com 665 pedidos contra as 212
solicitações para meninos.</p>
<p>O documento assinala ainda só existir "paridade
estatística" nas fratrias de adoptabilidade, ou seja, nas
pretensões de adoptar uma criança com irmãos
também adoptáveis. Mesmo assim há 633
crianças nessa situação para 514
candidatos.</p>
</div>
]]></description>			<link>http://paula.bloguedobebe.com/3415/Manual-vai-ensinar-a-adoptar-criancas/</link>			<comments>http://paula.bloguedobebe.com/Manual-vai-ensinar-a-adoptar-criancas-07082008-111704-lp-3415.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://paula.bloguedobebe.com/3415/Manual-vai-ensinar-a-adoptar-criancas/</guid>			<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 11:17:04 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Siga o desenvolvimento do seu bebé]]></title>			<description><![CDATA[<p>Estes gráficos são um indicador destinado a
monitorizar a saúde do seu filho. Nos primeiros meses, o seu
bebé vai crescer a uma ritmo espantoso. Depois, a partir dos
12 meses, este pico de crescimento começa a abrandar. O
rácio entre a altura e o peso é um bom indicador para
detectar eventuais problemas de crescimento. Não é
necessário pesar e medir o seu bebé todos os dias
&ndash; uma vez por mês e/ou sempre que for visto pelo
médico é mais do que suficiente.
Se os bebés dos seus amigos lhe parecerem maiores ou mais
pequenos do que o seu, não se preocupe &ndash; cada
criança possui o seu próprio ritmo de
desenvolvimento.</p>
<p>A curva azul- refere-se à evolução dos
bebés do sexo masculino</p>
<p>A curva rosa- refere-se à evolução dos
bebés do sexo feminino.</p>
<p>Do lado direito de cada gráfico encontram-se os
percentis, que indicam se o bebé está abaixo, acima
ou na média dos valores para bebés da sua idade e
sexo.</p>
<p> </p>
<p><a href=
"http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://www.nestlebaby.com/NR/rdonlyres/F50078FA-ED4A-4C13-B472-89D6F55E0787/16314/Curvas300x321pxls_1.jpg&imgrefurl=http://www.nestlebaby.com/pt/baby_development/what_to_expect/information_about_weight_size/&h=321&w=300&sz=91&hl=pt-PT&start=1&tbnid=xuHcERguzs_NEM:&tbnh=118&tbnw=110&prev=/images%3Fq%3Dcurva%2Bdo%2Bpeso%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DG">
</a> Curva do Peso</p>
<p> </p>
<p><a href=
"http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://www.nestlebaby.com/NR/rdonlyres/F50078FA-ED4A-4C13-B472-89D6F55E0787/16315/Curvas300x321pxls_2.jpg&imgrefurl=http://www.nestlebaby.com/pt/baby_development/what_to_expect/information_about_weight_size/&h=321&w=300&sz=91&hl=pt-PT&start=1&tbnid=ZWQxW3J5EgU1QM:&tbnh=118&tbnw=110&prev=/images%3Fq%3Dcurva%2Bda%2Baltura%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DG">
</a> Curva da Altura
</p>
]]></description>			<link>http://paula.bloguedobebe.com/3404/Siga-o-desenvolvimento-do-seu-bebe/</link>			<comments>http://paula.bloguedobebe.com/Siga-o-desenvolvimento-do-seu-bebe-06082008-123700-lp-3404.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://paula.bloguedobebe.com/3404/Siga-o-desenvolvimento-do-seu-bebe/</guid>			<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 12:37:00 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Problemas na Gravidez: Pré-eclampsia e eclampsia]]></title>			<description><![CDATA[<p><em>A</em> <strong>pré-eclampsia</strong> <em>é
caracterizada por tensão arterial elevada
(hipertensão) acompanhada pela eliminação de
proteínas pela urina (proteinúria) ou de
retenção de líquidos (edema) que ocorre entre
a 20.ª semana de gravidez e o final da primeira semana depois
do parto. A</em> <strong>eclampsia</strong> <em>é uma forma
de pré-eclampsia mais grave, que provoca convulsões
ou coma.</em></p>
<p>A pré-eclampsia verifica-se em 5 % das mulheres
grávidas. É mais frequente nas primeiras gravidezes e
nas mulheres que já têm a tensão arterial
elevada ou que sofrem de um problema nos vasos sanguíneos. A
eclampsia surge em 1 de cada 200 mulheres que têm
pré-eclampsia e, em geral, é mortal, a menos que seja
tratada com rapidez. No entanto, desconhecem-se as causas da
pré-eclampsia e da eclampsia. O risco mais importante da
pré-eclampsia é o desprendimento prematuro da
placenta da parede uterina.</p>
<p>Na pré-eclampsia, a tensão arterial é
superior a 140/90 mmHg, aparece edema na cara ou nas mãos e
são detectados valores anormalmente elevados de
proteínas na urina. Também se considera que tem
pré-eclampsia uma mulher cuja tensão arterial aumenta
consideravelmente, mas mantém-se abaixo dos 140/90 mmHg
durante a gravidez.</p>
<p>Os recém-nascidos de mulheres
pré-eclâmpsicas têm 4 a 5 vezes mais
probabilidades de ter problemas pouco depois do parto do que os de
mulheres que não sofram dessa doença. Os
recém-nascidos podem ser pequenos porque a placenta funciona
mal ou porque são prematuros.</p>
<p class="mmnvl04">Tratamento</p>
<p>Ao contrário da tensão arterial elevada
(hipertensão), a pré-eclampsia e a eclampsia
não respondem aos diuréticos (fármacos que
eliminam o excesso de líquido) nem às dietas de baixo
teor em sal. Aconselha-se a mulher a que consuma uma quantidade
normal de sal e que beba mais água. O repouso na cama
é importante. Em geral, também é aconselhada a
virar-se sobre o lado esquerdo, visto que assim é exercida
menor pressão sobre a grande veia do abdómen (veia
cava inferior), que devolve o sangue ao coração, e
melhora o fluxo sanguíneo. Em certos casos, pode ser
administrado sulfato de magnésio por via endovenosa para
fazer descer a tensão arterial e evitar as
convulsões.</p>
<p>Em caso de pré-eclampsia ligeira, acamamento pode ser
suficiente, mas a mulher deverá consultar o seu
médico de 2 em 2 dias. Se não melhorar com rapidez,
deve ser hospitalizada e, se o problema continuar, o parto deve ser
provocado quanto antes.</p>
<p>Uma mulher que sofra de pré-eclampsia grave deve ser
hospitalizada e permanecer na cama. O facto de administrar
líquidos e sulfato de magnésio por via endovenosa
muitas vezes alivia os sintomas. Em 4 a 6 horas a tensão
arterial costuma baixar até atingir valores normais e
pode-se proceder ao parto sem correr nenhum risco. Se a
tensão arterial continuar alta, são administrados
mais fármacos antes de se tentar provocar o parto.</p>
<p>Uma importante complicação da pré-eclampsia
e da eclampsia graves é a síndroma HELLP, que
consiste no seguinte:</p>
<ul>
<li>Hemólise (destruição de glóbulos
vermelhos);</li>
<li>Aumento dos enzimas hepáticos <em>(liver),</em> que
indicam lesão hepática;</li>
<li>Baixa (<em>low,</em> em inglês) contagem de plaquetas, o
que indica uma deficiente capacidade de coagulação do
sangue (um problema potencialmente grave durante e depois do
parto).</li>
</ul>
<p>A síndroma HELLP é mais provável que
apareça quando se atrasa a instituição do
tratamento da pré-eclampsia. Se surgir a síndroma,
deve-se fazer uma cesariana, o método disponível mais
rápido, a não ser que o colo uterino esteja
suficientemente dilatado para permitir um rápido nascimento
pela vagina.</p>
<p>Depois do nascimento, controla-se exaustivamente a mulher para
detectar sinais de eclampsia. Uma quarta parte dos casos de
eclampsia acontece depois do parto, em geral nos primeiros 2 a 4
dias. À medida que o estado da mulher melhora de forma
gradual, é incentivada a caminhar um pouco. Mesmo assim,
pode ser-lhe administrado um sedativo suave para controlar a
tensão arterial. A hospitalização pode durar
de poucos dias a algumas semanas, conforme a gravidade da
doença e suas complicações. Mesmo depois de
ter sido dada alta, é possível que a mulher tenha que
tomar medicamentos para reduzir a tensão arterial. Em geral,
deve consultar o médico, pelos menos de 2 em 2 semanas
durante os primeiros meses depois do parto. A sua tensão
arterial pode, no entanto, manter-se elevada durante 6 a 8 semanas,
mas, se se mantiver alta durante mais tempo, talvez a sua causa se
deva a outro problema e não à
pré-eclampsia.</p>
]]></description>			<link>http://paula.bloguedobebe.com/3381/Problemas-na-Gravidez-Pre-eclampsia-e-eclampsia/</link>			<comments>http://paula.bloguedobebe.com/Problemas-na-Gravidez--Pre-eclampsia-e-eclampsia-05082008-145904-lp-3381.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://paula.bloguedobebe.com/3381/Problemas-na-Gravidez-Pre-eclampsia-e-eclampsia/</guid>			<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 14:59:04 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Viver preso sem cometer nenhum crime]]></title>			<description><![CDATA[<div>226 crianças estão em cativeiro no
Afeganistão porqueé a única forma de poderem
ficar junto das suas mães</div>
<h3><span>01h06m</span></h3>
<p id="NewsSummary">São menores, alguns são
bebés, e não cometeram nenhum crime - mas
estão na prisão. O Afeganistão contabiliza
nesta altura 226 crianças que crescem encarceradas. Qual o
seu delito? Querem viver com as suas mães, que estão
na cadeia.</p>
<div>
<p>Em muitos países europeus, crianças até 3
anos são autorizadas a permanecer com as suas mães na
prisão para superar a dor da separação. Nos
EUA, algumas cadeias também permitem que as mães
vivam com os filhos, em vez de serem adoptados ou ficarem a cargo
da segurança social. Mas no Afeganistão as
razões são mais urgentes: pobreza e segurança.
É uma solução extrema, mas na prisão
estas crianças têm, pelo menos,
educação, tratamento médico e outros tipos de
ajuda num país extremamente pobre, dilacerado pela guerra e
onde as casas confortáveis são uma raridade.</p>
<p>"Eu vivia numa tenda, não tinha emprego nem dinheiro.
Aqui na prisão, os meus filhos podem pelo menos comer",
relata Qandy, mulher de 30 anos acusada de ter roubado um
telemóvel e que vive com o filho de três anos e a
bebé de 12 meses.</p>
<p>Algumas destas 226 crianças nasceram atrás das
grades; outras vieram porque as suas mães pediram, esclarece
um membro da Cruz Vermelha do Afeganistão. "Não
é sítio para uma criança crescer, mas quando a
mãe foi presa por ter matado o pai, que alternativa
têm?".</p>
<p>Habitualmente, as crianças dormem na cela com as
mães, mesmo que sejam já adolescentes, e, às
vezes, em minúsculas jaulas onde era suposto haver uma
só pessoa vivem quatro. Os recém-nascidos são
colocados em mini-camas de rede improvisadas com lenços
atados às barras de ferro.</p>
<p>Apesar da segurança pessoal, as crianças nas
prisões do Afeganistão não têm
espaços abertos para brincar, nem brinquedos, ainda que a
algumas seja permitido sair temporariamente do espaço
prisional, como acontece na nova cárcere de Cabul
construída com a ajuda das Nações Unidas.</p>
<p>Algumas crianças também vivem em cativeiro devido
ao medo de represálias pelo crime da sua progenitora - ou
simplesmente porque as mães não querem que as filhas
sejam vendidas em casamento, já que é frequente, por
exemplo, tios venderam sobrinhas órfãs para
resgatarem o dote do matrimónio - que pode atingir pequenas
fortunas. É caso da filha de 14 anos de Shaperai, condenada
a 16 anos pelo homicídio do marido, e que já cumpriu
metade da pena. "Se deixasse a minha filha longe de mim, o tio dela
ia vendê-la, tenho a certeza. Pelo menos, aqui, sei que nada
de mal lhe vai acontecer".</p>
</div>
]]></description>			<link>http://paula.bloguedobebe.com/3347/Viver-preso-sem-cometer-nenhum-crime/</link>			<comments>http://paula.bloguedobebe.com/Viver-preso-sem-cometer-nenhum-crime-04082008-105835-lp-3347.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://paula.bloguedobebe.com/3347/Viver-preso-sem-cometer-nenhum-crime/</guid>			<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 10:58:35 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Gravidez e Nascimento]]></title>			<description><![CDATA[<p><span>Não se preocupe, seja feliz!</span></p>
<p>Está feliz por estar grávida.... Mas
será que está pronta para o grande dia? Talvez ainda
tenha muitas perguntas a passarem-lhe pela cabeça. Perguntas
que não são sempre fáceis de responder porque
constituem, na realidade, as <a href=
"http://www.bloguedobebe.com/pt/pregnancy_and_birth/the_facts/the_big_questions/">
<strong>grandes perguntas</strong></a>
que todas as grávidas fazem a si mesmas!</p>
<p> </p>
<p><span class="enAvant"><strong>Tornar-se mamã é um passo
importante.</strong></span> São várias as
&ldquo;grandes perguntas&rdquo; que podem estar a passar pela sua
cabeça. Mas não se esqueça: ter um bebé
é a coisa mais maravilhosa do mundo!</p>
<p> </p>
<p>Estou pronta?</p>
<p>Sempre desejou ter um filho? Encontrou o pai perfeito?
Então está pronta para embarcar na aventura da
maternidade. Contudo, se ainda estiver a pesar racionalmente os
prós e os contras, é aconselhável esperar mais
um pouco até estar verdadeiramente madura e certa da sua
escolha.</p>
<p> </p>
<p>O meu bebé vai ser saudável?</p>
<p>Todas as mulheres se perguntam isto. A própria
vigilância médica da gravidez pode ser uma fonte de
ansiedade. É importante falar sobre isto tanto com o seu
companheiro como com o seu médico no decorrer da gravidez.
Ele poderá informá-la, tranquilizá-la e
aconselhá-la.</p>
<p> </p>
<p>Porque estou preocupada com o parto?</p>
<p>Quanto mais próxima a data prevista do nascimento, maior
a preocupação. O medo de não estar à
altura da tarefa e, por vezes, a apreensão sobre esta
criança desconhecida são perfeitamente
legítimos.
Lembre-se que, se as mulheres têm dado à luz desde o
princípio dos tempos, não existe qualquer
razão pela qual você não o consiga fazer. Dar
à luz é a coisa mais natural no mundo.</p>
<p> </p>
<p>Ser mãe surge naturalmente?</p>
<p>Nem sempre é fácil ser-se pai. E tomar conta de
uma criança pode, por vezes, transformar-se numa corrida de
obstáculos. Não existe uma fórmula
mágica para criar bem uma criança e os pais perfeitos
também não existem. Por isso, não se preocupe
de forma indevida.
Educar uma criança é, acima de tudo, ajudá-la
a crescer e tudo o que é necessário para isto
é o seu apoio e um ouvido atento.</p>
<p> </p>
<p>Será que vou gostar do meu bebé?</p>
<p>O instinto materno nem sempre surge de forma natural. Muitas
mães admitem não ter sentido este amor incondicional
face ao seu bebé recém-nascido nos dias a seguir ao
nascimento. Contudo, o amor de uma mãe é poderoso e
muito rapidamente se enraíza indelevelmente, para nunca mais
desaparecer.</p>
]]></description>			<link>http://paula.bloguedobebe.com/3316/Gravidez-e-Nascimento/</link>			<comments>http://paula.bloguedobebe.com/Gravidez-e-Nascimento-01082008-105239-lp-3316.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://paula.bloguedobebe.com/3316/Gravidez-e-Nascimento/</guid>			<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 10:52:39 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>